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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Resenha - 50 Tons de Cinza, o filme


No mundo dos leitores a ideia de uma adaptação para cinema por vezes deixa muita gente animada, por vezes também deixa tantas outras receosas. Dessa vez o alvo dos hollywoodianos foi o romance erótico de Erika Leonard James, 50 Tons de Cinza. Li o livro ano passado e na madrugada de ontem pra hoje encontrei uma versão pirata do filme na net (que estréia amanhã no Brasil), embora o arquivo tenha apenas pouco mais de 1h10min de filme, áudio inglês sem legenda e a imagem muito acinzentada (rsrsrs que próprio ^^ ).


Bem vamos começar, primeiramente recomendo aos amigos que forem ao cinema para conferir o resultado NÃO ESQUEÇAM DE LEVAR FONES DE OUVIDOS DOS BONS!!! Com o perdão antecipado às minhas leitoras e seguidoras, sei que vocês irão berrar muito quando estiverem assistindo. (Já basta os exemplos da saga Opúsculo Crepúsculo!)

A adaptação recebeu censura de 16 anos, honestamente não sei porque, pois vindo de um livro tão sexualmente "escandaloso" com cenas e descrições tão ousadas. O filme realmente cobriu todos os cenários e ambientes, inclusive o Quarto Vermelho, mas cenas como a do absorvente, do motel e outras mais auspiciosas foram cortadas. Broxaram o filme


Há sim cenas picantes no filme, cenas que sem dúvida vão agradar aos fãs e sobretudo as fãs, porém não se pode negar que o filme parece imbecilmente romântico, se antes ao ler o livro alguém pensaria: "Porra, essa aí é doida!" ou "Essa é a puta mais porra-louca que já vi!" agora está condicionado a ver a "fragilidade" de duas pessoas que se amam inseguramente com relação a si e ao ser amado.

Opinião Pessoal e Veredito


De forma geral é uma boa adaptação, embora pudesse sem sombra de dúvida ser bem mais fidedigno a atmosfera do romance BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo) de E. L. James. Creio que qualquer pessoa que tenha lido o livro (e gostado) irá gostar do filme. Particularmente ainda acho o livro muito sem propósito e mal direcionado. O filmes por si só foi banalizado em um tipo de fantasia de telenovela, filmado sem alma nem chama, sem identidade nem sofisticação. Pela primeira vez vi um filme que não é nada mais que uma mera reprodução audiovisual. ¬ ¬'

Resumiu bem

Esclarecendo a opinião SOBRE O LIVRO. Quando li o livro honestamente achei tedioso, sem inovação e até muito repetitivo nos diálogos e situações, sejamos francos, Anastásia, a protagonista da trilogia, "ruboriza" 127 vezes durante os 28 dias em que se desenrola a trama – uma média superior a cinco vezes por dia. Já a interjeição “Holy crap!” (algo como “Puta merda” em inglês) é repetida 71 vezes entre os três livros. Escrito em primeira pessoa, parecem mais transes trasnvairados pelas conversas recorrentes de Anastásia consigo mesma (77 vezes) ou com sua “deusa interior” (53 vezes), que aliás deve ser alguma dividades filha de Bacon. ^^

2 comentários:

  1. Já não tenho interesse pelo livro e, pela descrição do filme, acredito que eu daria muitas risadas assistindo ;P

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    1. Pois é caríssima, partilho da mesma opinião. O livro não me impressionou e o filme foi muito morno (pra não dizer broxante). Realmente parece mais aqueles filmes de comédia do Cinema em Casa que passava no SBT

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